Equipamentos Corporativos Escaláveis: Como Crescer sem Gerar Gargalos Operacionais

As soluções CUSTOM para automação comercial fortalecem o portfólio da MGD Distribuição e ampliam as possibilidades para parceiros e revendas que atendem projetos de varejo, atendimento e outras operações corporativas.

Fabricante italiana com atuação internacional e operação no Brasil, a Custom S.p.A. desenvolve tecnologias para automação, impressão profissional e captura de dados. Nesse contexto, a presença da marca no portfólio da MGD agrega novas possibilidades para projetos envolvendo PDVs, monitores touch e ambientes de atendimento.

Além disso, esse movimento ganha alcance com a chegada da Tupi Capas, que adiciona opções de proteção para smartphones, tablets, coletores de dados e outros dispositivos móveis utilizados em operações profissionais.

Assim, a expansão do portfólio vai além da inclusão de novas marcas: oferece ao canal mais caminhos para identificar necessidades, especificar tecnologias e construir soluções adequadas à realidade de cada cliente.


Quem é a CUSTOM e por que sua presença no portfólio da MGD é relevante?

Fundada em Parma, na Itália, em 1992, a Custom S.p.A. desenvolve soluções de hardware, impressão profissional, captura de dados e automação para diferentes mercados.

Segundo informações institucionais da fabricante, o grupo está presente com suas soluções em 76 países, reúne mais de 560 profissionais, conta com quatro plantas fabris, atua em 15 mercados fiscais e possui 32 patentes.

Seu portfólio global abrange Professional Printing, DC/POS, scanning, self-service, software e serviços, além do desenvolvimento de projetos sob medida para diferentes aplicações. Com isso, sua atuação alcança diversas verticais, entre elas:

  • Varejo e hospitalidade;
  • Logística e distribuição;
  • Indústria e manufatura;
  • Aviação, ferrovias e estacionamentos;
  • Governo eletrônico;
  • Bancos e serviços financeiros;
  • Saúde;
  • Loterias e apostas.

Essa abrangência ajuda a dimensionar a atuação da CUSTOM e sua relevância dentro do ecossistema da MGD Distribuição. Para parceiros e revendas, por exemplo, isso se traduz na possibilidade de avaliar tecnologias para diferentes contextos de negócio, em vez de concentrar a conversa comercial em um único tipo de equipamento.

Na prática, a abordagem pode começar pela pergunta mais importante: qual problema operacional o cliente precisa resolver? A partir dessa resposta, fica mais fácil avaliar os recursos e equipamentos adequados à aplicação.


Da Itália ao Brasil: uma operação com alcance internacional

A dimensão global da CUSTOM não significa distância do mercado brasileiro. Pelo contrário, a fabricante mantém operação em Santa Rita do Sapucaí, Minas Gerais, um dos polos nacionais ligados à tecnologia e à indústria eletrônica, além de estrutura comercial em São Paulo. Sua atuação no país faz parte de uma organização internacional presente em dezenas de mercados.

Essa combinação ajuda a colocar a marca em perspectiva. De um lado, existe a experiência acumulada por uma fabricante fundada há mais de três décadas e com atuação internacional. Do outro, há uma operação estabelecida no Brasil.

Dessa forma, para revendas e integradores, esse contexto ganha relevância quando o cliente busca tecnologia para ambientes profissionais e precisa olhar além de uma especificação isolada.


Quais soluções CUSTOM estão no portfólio da MGD Distribuição?

A oferta publicada pela MGD Distribuição contempla equipamentos direcionados principalmente a projetos de automação comercial e atendimento, incluindo diferentes configurações de PDVs e monitores touch.

Entre as soluções já apresentadas pela MGD estão equipamentos das famílias Vega, Sirius, Fusion e Antares, além do monitor touch open frame CTM-1850 OF. Por isso, a análise pode considerar diferentes características conforme o ambiente e a rotina de uso.

 

PDV Touch CUSTOM Vega

O Vega aparece no portfólio da MGD Distribuição como uma solução touch de 11,6 polegadas, disponibilizada em diferentes configurações.

O formato pode ser interessante em aplicações nas quais espaço, interação por toque e integração de funções precisam ser considerados no projeto.

Mais importante do que olhar apenas para o tamanho da tela, porém, é entender como o equipamento será utilizado.

Um ponto de atendimento com grande fluxo de consumidores apresenta necessidades diferentes de uma estação utilizada ocasionalmente por um operador. Nesse sentido, a especificação técnica precisa acompanhar a aplicação.


PDV Touch CUSTOM Sirius

A linha Sirius amplia as opções de PDV touch com tela de 15,6 polegadas e diferentes possibilidades de configuração.

Com essa variedade, parceiros podem trabalhar a especificação de acordo com o software utilizado, o volume da operação e os recursos necessários no ponto de atendimento.

Na prática, a pergunta deixa de ser “qual é o melhor PDV?” e passa a ser: qual configuração atende melhor ao fluxo deste cliente?

Esse é um princípio importante em projetos corporativos. Afinal, equipamentos aparentemente semelhantes podem entregar experiências muito diferentes quando colocados em ambientes com necessidades distintas.


CUSTOM Fusion e Antares

Outras opções publicadas no portfólio da MGD incluem as famílias Fusion e Antares, que oferecem alternativas de soluções integradas para pontos de venda e atendimento.

Nesse caso, soluções all-in-one podem ser especialmente relevantes em projetos que buscam organizar melhor o espaço de trabalho e concentrar funções em uma estrutura mais integrada.

Ainda assim, a escolha deve considerar requisitos como sistema utilizado, periféricos, espaço disponível, conectividade e rotina de operação.


Monitor Touch Open Frame

O portfólio contempla ainda o CTM-1850 OF, uma solução de monitor touch open frame.

Monitores desse tipo podem ser avaliados em projetos nos quais a tela precisa ser incorporada a quiosques, mobiliários, máquinas ou outras estruturas.

Nessas aplicações, dimensões, instalação, interfaces disponíveis e compatibilidade ganham tanta importância quanto a experiência touch propriamente dita.


Automação comercial começa pelo problema, não pelo equipamento

É comum iniciar um projeto procurando diretamente um modelo ou uma configuração específica.

No entanto, uma abordagem consultiva tende a produzir especificações mais alinhadas à operação. Imagine, por exemplo, uma rede de varejo que pretende atualizar seus pontos de atendimento.

Antes de escolher o equipamento, algumas perguntas podem orientar melhor a análise:

  • Quantas transações são realizadas ao longo do dia?
  • Qual software será executado?
  • O operador precisa interagir constantemente com a tela?
  • Há limitação de espaço no balcão?
  • Impressora e outros periféricos precisam estar integrados?
  • O projeto utilizará Windows, Android ou outro ambiente?
  • Existem requisitos de instalação ou integração com mobiliário?
  • A implantação será realizada em uma unidade ou em uma rede inteira?

Responder a essas perguntas ajuda o parceiro a aproximar a tecnologia do contexto real de uso. Além disso, os mesmos critérios podem orientar outras categorias do portfólio.

Afinal, um projeto de automação comercial não deveria ser tratado como uma simples lista de equipamentos. Hardware, software, periféricos, instalação e experiência do operador precisam conversar entre si.


O que a parceria com a CUSTOM representa para revendas e integradores?

Para o canal, ampliar o número de marcas disponíveis só tem valor quando isso também aumenta a capacidade de solucionar problemas.

É justamente nesse ponto que a presença da CUSTOM ganha relevância dentro do portfólio MGD.

Parceiros que já atuam com varejo, automação, mobilidade e projetos corporativos passam a contar com novas possibilidades para estruturar ofertas.

Em vez de competir exclusivamente pela entrega de um equipamento, a revenda pode trabalhar uma abordagem mais consultiva, incluindo análise da operação, especificação e combinação de tecnologias. Como resultado, surgem oportunidades de complementar a oferta quando houver aderência à necessidade do cliente.

Um cliente interessado inicialmente em um PDV pode precisar, por exemplo, de monitores, leitores, impressão ou outros recursos de automação. uma empresa com dispositivos móveis em campo pode apresentar demandas relacionadas à proteção dos equipamentos.

É nesse segundo contexto que outra novidade do portfólio MGD entra na conversa.


Tupi Capas complementa a estratégia de proteção para dispositivos corporativos

Além das soluções CUSTOM, a MGD Distribuição amplia seu portfólio de mobilidade corporativa com a chegada da Tupi Capas.

Como distribuidora oficial da marca, a MGD passa a oferecer a parceiros e revendas opções de proteção voltadas a smartphones, tablets, coletores de dados e outros dispositivos utilizados em ambientes profissionais.

A Tupi apresenta linhas de capas e películas destinadas a diferentes necessidades. Entre elas, estão Essential, capas protetoras, capas robustas e películas.

Dessa maneira, a inclusão da marca acrescenta uma camada que, muitas vezes, só é considerada depois da implantação: a proteção física dos ativos móveis.


Proteção pode fazer parte do projeto desde a especificação

Imagine uma empresa que utiliza dezenas de coletores de dados durante todo o turno em um centro de distribuição.

Os equipamentos circulam entre operadores, entram em contato com estruturas, são transportados de um ponto para outro e participam continuamente do fluxo operacional.

Nesse cenário, deixar a análise de proteção para depois das primeiras quedas ou marcas de uso significa trabalhar de forma reativa.

Por isso, a proteção pode ser considerada desde a especificação. Ambiente de utilização, frequência de movimentação, número de operadores e modelo do equipamento são alguns dos fatores que ajudam a orientar essa decisão. Além deles, vale observar os recursos que precisam permanecer acessíveis, o uso de bases e suportes e a eventual necessidade de proteção adicional para a tela.

Em outras palavras, a lógica é semelhante à aplicada na escolha de um PDV ou monitor: a solução precisa ser adequada à aplicação real.

A MGD já explora essa abordagem em seu conteúdo sobre tablets robustos e coletores de dados para operações críticas.

Agora, com a Tupi no portfólio, a análise pode contemplar alternativas adicionais de proteção física.


Compatibilidade continua sendo um requisito central

Uma capa corporativa não deve apenas se encaixar no dispositivo. Além do encaixe, é necessário verificar se botões, câmeras, conectores, interfaces de leitura, pontos de carregamento e demais recursos permanecem acessíveis conforme a necessidade da operação.

O mesmo cuidado vale para equipamentos utilizados com bases, suportes ou outras estruturas. Afinal, uma incompatibilidade aparentemente pequena pode prejudicar uma atividade executada centenas de vezes ao longo do dia.

Por isso, antes de especificar a solução, vale identificar corretamente o equipamento e verificar as características documentadas pelo fabricante.


De PDVs à mobilidade: um portfólio mais amplo muda a conversa com o cliente

A CUSTOM e a Tupi atuam em categorias distintas e, justamente por isso, não precisam disputar espaço dentro da mesma estratégia.

Enquanto a CUSTOM fortalece principalmente as possibilidades relacionadas a automação comercial, PDVs, monitores touch e outras tecnologias profissionais, a Tupi adiciona alternativas de proteção para dispositivos utilizados em projetos de mobilidade.

Além dessas frentes, a MGD Distribuição já trabalha com outras tecnologias, como dispositivos robustos e robótica profissional. Em conjunto, essas soluções ajudam parceiros a abordar diferentes etapas da transformação operacional dos clientes.

O objetivo, porém, não é colocar todas as tecnologias em uma única proposta comercial. Ao contrário, é ter repertório para identificar novas demandas conforme a operação evolui.

Um cliente que começa modernizando o ponto de venda pode, por exemplo, descobrir oportunidades de automação em outras áreas. Uma operação que utiliza tablets ou coletores, por sua vez, pode precisar rever a proteção física da frota. uma empresa que amadurece seus processos pode avançar para projetos de automação robótica.


Como parceiros podem identificar novas oportunidades?

Uma boa conversa comercial não precisa começar com um catálogo. Em vez disso, algumas perguntas sobre a operação podem ajudar a revelar necessidades:

  • Quais atividades ainda geram filas ou gargalos?
  • Como os operadores interagem com os sistemas hoje?
  • O hardware atual ainda atende ao volume da operação?
  • Há pontos de atendimento que precisam ser modernizados?
  • Existem máquinas ou estruturas que exigem telas integradas?
  • Os dispositivos móveis estão adequadamente protegidos?
  • Há equipamentos parados ou subutilizados?
  • Que processos poderiam ser simplificados por automação?

As respostas ajudam a revelar demandas que nem sempre aparecem em uma solicitação inicial de orçamento.

Consequentemente, revendas e integradores podem aumentar a relevância da conversa com o cliente e evoluir de uma postura puramente transacional para uma atuação consultiva.


Amplie as possibilidades dos seus projetos com a MGD Distribuição

A evolução do portfólio da MGD Distribuição amplia os caminhos disponíveis para parceiros que atendem empresas em processos de modernização tecnológica.

Com as soluções CUSTOM para automação comercial, o canal encontra novas possibilidades para projetos envolvendo PDVs, interfaces touch e ambientes de atendimento.

Ao mesmo tempo, a chegada da Tupi complementa esse movimento, permitindo que a proteção física de smartphones, tablets, coletores e outros dispositivos seja considerada desde o planejamento dos projetos.

Mais do que adicionar equipamentos e acessórios ao catálogo, o objetivo é permitir uma abordagem mais completa: entender o ambiente, identificar a necessidade e selecionar tecnologias compatíveis com a operação.

Sua empresa trabalha com varejo, automação, mobilidade ou projetos corporativos?

Então, fale com um especialista da MGD Distribuição para conhecer as soluções CUSTOM disponíveis, avaliar as alternativas adequadas ao seu projeto e descobrir novas oportunidades para seus clientes.

Escrito por:

Milene Fernandes Carvalho

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