Cada acesso a um prontuário ou a uma ficha de paciente em um dispositivo móvel carrega consigo uma responsabilidade que vai além da operação: informações

Cada acesso a um prontuário ou a uma ficha de paciente em um dispositivo
móvel carrega consigo uma responsabilidade que vai além da operação:
informações de saúde são dados sensíveis, e sua exposição pode gerar
consequências tanto para o paciente quanto para a instituição.

Resposta rápida: proteger dados de pacientes em dispositivos móveis
exige controles específicos sobre o que pode ser copiado, capturado em
tela ou compartilhado a partir do dispositivo, além das medidas básicas
de bloqueio e criptografia.

O que está realmente em risco

– Informações de prontuários, diagnósticos e histórico de atendimento armazenadas ou sincronizadas no dispositivo.

– Dados pessoais de pacientes que podem ser expostos em caso de perda ou roubo do equipamento.

– Compartilhamento não intencional de informações sensíveis através de aplicativos não autorizados.

Quais controles reduzem esse risco

– Restrição de copiar e colar informações entre aplicativos do dispositivo.

– Bloqueio de capturas de tela em aplicativos que exibem dados de pacientes.

– Bloqueio e apagamento remoto do dispositivo em caso de perda ou roubo.

– Criptografia obrigatória e autenticação forte desde a primeira ativação do equipamento.

Considerações práticas

– Identifique quais aplicativos do dispositivo têm acesso a dados sensíveis de pacientes e priorize os controles sobre eles.

– Revise periodicamente se as políticas de criptografia e autenticação estão ativas em todos os dispositivos, não apenas nos novos.

– Estabeleça um protocolo claro de resposta para casos de perda ou roubo de dispositivo.

Como a combinação MGD + Scalefusion pode ajudar

A plataforma da Scalefusion permite bloquear e apagar remotamente um
dispositivo extraviado, além de aplicar políticas de criptografia,
autenticação e restrição de compartilhamento de dados desde o momento em
que o equipamento é registrado. Combinada com os dispositivos
comercializados pela MGD, isso dá às instituições de saúde uma forma de
estender a proteção de dados de pacientes para além das paredes do
hospital ou clínica.

Saiba mais em: (inserir página de soluções MGD + Scalefusion)

Perguntas frequentes

O que acontece se um dispositivo com dados de pacientes for perdido? É
possível bloqueá-lo e apagar remotamente as informações corporativas
assim que ele se reconectar à internet.

Essas proteções afetam a velocidade do atendimento? Não deveriam, já que
atuam sobre o que pode ser feito com os dados, não sobre a velocidade de
acesso às informações necessárias para o atendimento.

Isso substitui as políticas de conformidade da própria instituição de
saúde? Não, é um controle complementar a nível de dispositivo, que apoia
o cumprimento das políticas de proteção de dados já definidas pela
instituição.

Para mais informações, fale com a MGD.

(inserir link de contato / formulário MGD)

Escrito por:

Milene Fernandes Carvalho

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