Frequência
Fluxos com muitas viagens por turno ganham mais.
Automatizar o transporte interno começa com papel e caneta: quais materiais andam, de onde para onde, quantas vezes por turno. Com esse mapa, fica claro onde um robô faz diferença.
Fornecimento para projetos empresariais. Consulte configuração, estação, acessórios e condições comerciais.
Conte o que precisa ser movimentado e por onde. A equipe comercial indica o modelo e monta a proposta.
Receba atendimento da equipe comercial para definir seu projeto.
Resposta direta: Para automatizar o transporte interno: liste os fluxos repetitivos (origem, destino, carga e frequência), escolha o robô pelo tipo de carga (T300 para até 300 kg, T600 para racks de até 600 kg), verifique corredores e portas, defina pontos de carga e descarga e integre portões e elevadores.
Fluxos com muitas viagens por turno ganham mais.
Trajetos longos favorecem o robô.
Peso e formato definem o modelo.
Portas, soleiras e cruzamentos.
O transporte interno quase nunca aparece como problema, porque está espalhado: um pouco em cada área, em cada turno. Somado, representa muitas horas de pessoas andando com carrinhos.
Os fluxos mais repetitivos, de ponto fixo a ponto fixo, são os primeiros candidatos à automação.
Origem, destino, carga e frequência.
T300 ou T600, conforme a carga.
Corredores, portas, soleiras.
Portões, elevadores e chamadas por pager.
Especificações publicadas nas páginas de produto da MGD. Confirme a configuração na proposta.
AMR de 300 kg com modos padrão, prateleira, elevação e reboque.
| Carga máxima | 300 kg |
| Modos | Padrão, prateleira, elevação e reboque; entrega automática, modo seguir e assistência manual |
| Segurança | LiDAR, câmeras de profundidade, sensores de colisão, parada de emergência; conformidade com ISO 3691-4 informada |
| Integração | Portões, elevadores, pager e aplicativo |
| Autonomia | 12 h sem carga · 8 h com carga total · recarga de 0 a 90% em 2 h |
| Bateria | Substituível, com recarga automática |
| Obstáculos | Soleiras de 20 mm e ranhuras de 35 mm · folga mínima de 60 cm |
| Dimensões e peso | 835 × 500 × 1350 mm · 65 kg (padrão) ou 81 kg (elevação) |
| Velocidade | Até 1,2 m/s |
AMR de perfil baixo que passa sob racks e eleva até 600 kg.
| Carga máxima | 600 kg |
| Altura do chassi | 255 mm (845 × 500 × 255 mm) |
| Elevação | 60 mm |
| Navegação | LiDAR SLAM; alterna entre faixa simples e dupla conforme o corredor |
| Corredores | Passagem mínima de 65 cm |
| Autonomia | Até 12 h · recarga de 0 a 90% em 2 h; bateria de lítio de 30 Ah substituível |
| Integração | Elevadores, portões e pagers; prioridade de chamada de elevador |
| Segurança | Projeção luminosa da rota no piso; estaciona em zona segura ao receber alarme de incêndio |
| Peso e velocidade | 94 kg · 0,2 a 1,2 m/s |
Benefícios potenciais, que dependem do ambiente, da rotina e da implantação.
Aplicação: Uso flexível em rotinas variáveis.
Resultado esperado: Robô útil além das rotas fixas.
Aplicação: Material solicitado de onde precisa.
Resultado esperado: Entregas sob demanda.
Aplicação: Troca rápida.
Resultado esperado: Robô disponível por mais tempo.
Cargas, origens, destinos e frequência.
Corredores, pisos, cruzamentos e integrações.
Modelos, quantidade, estações e condições.
Mapeamento, rotas e treinamento da equipe.
Pelo fluxo mais repetitivo e de maior distância.
O T600 eleva racks sozinho; no T300, a carga pode ser colocada manualmente, conforme o modo.
Sim, com integração ao elevador.
Depende dos fluxos e integrações; a MGD informa na proposta.
Envie o tipo de carga, o peso, os trajetos, a largura dos corredores e a frequência das movimentações. A equipe comercial da MGD Distribuição retorna com a proposta para MGBots T300 AMR / MGBots T600 Underride.
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