Um tablet entregue a um profissional de saúde para atendimento externo
tem uma função clara: dar acesso a prontuários, agendas e ferramentas
clínicas. Sem as restrições certas, é comum que esse mesmo dispositivo
acabe sendo usado para instalar aplicativos que não fazem parte do fluxo
de trabalho autorizado pela instituição.
Resposta rápida: restringir o dispositivo às aplicações estritamente
necessárias e autorizadas pela instituição reduz o risco de exposição de
dados e mantém o profissional focado nas ferramentas clínicas corretas.
Por que esse controle é particularmente sensível na saúde
– Aplicativos não autorizados podem ter acesso a dados armazenados no dispositivo, incluindo informações de pacientes.
– O uso de ferramentas não aprovadas pode violar políticas internas de conformidade da instituição.
– Um dispositivo com acesso irrestrito aumenta a superfície de risco para vazamento de dados sensíveis.
Quais controles resolvem esse problema
– Restrição de aplicativos apenas aos autorizados pela instituição de saúde.
– Bloqueio de instalação de aplicativos externos a partir de lojas de aplicativos.
– Controle sobre quais aplicativos podem acessar dados armazenados no dispositivo.
Considerações práticas
– Defina com as áreas clínica e de compliance quais aplicativos são realmente necessários antes de aplicar restrições.
– Revise periodicamente a lista de aplicativos autorizados conforme mudam as ferramentas de trabalho.
– Comunique as restrições aos profissionais para evitar atritos por mudanças que não entendem.
Como a combinação MGD + Scalefusion pode ajudar
A Scalefusion permite restringir remotamente quais aplicativos cada
dispositivo pode usar, garantindo que os profissionais de saúde
trabalhem apenas com as ferramentas autorizadas pela instituição.
Combinada com os dispositivos comercializados pela MGD, isso reduz o
risco de exposição de dados sensíveis em equipes que atuam fora do
ambiente físico controlado.
Para mais informações, fale com a MGD.
(inserir link de contato / formulário MGD)